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Dividir escova de dente faz mal? 4 riscos para a saúde bucal
Dividir escova de dente pode transmitir doenças. Veja os riscos e o que a Dra. Ilana, da IGM Odontologia, explica sobre o tema.
Hábito comum pode transmitir doenças e comprometer sua saúde
Você dividiria sua escova de dentes com outra pessoa?
Apesar de parecer um gesto inofensivo — e até íntimo — dividir escova de dente pode trazer riscos importantes para a saúde bucal e geral.
O tema voltou à tona após repercussão no programa Big Brother Brasil e foi abordado em matéria do portal Metrópoles, com participação da Dra. Ilana Guimarães Marques, fundadora da IGM Odontologia para a Família.
👉 Confira a matéria completa:
https://www.metropoles.com/vida-e-estilo/bbb-reacende-alerta-dividir-escova-de-dente-traz-riscos-a-saude
A seguir, aprofundamos os principais pontos explicados pela especialista e o que você precisa saber para proteger sua saúde.
Por que não se deve compartilhar escova de dentes?
A escova de dentes é um item de uso estritamente individual.
Segundo a Dra. Ilana, ao compartilhar uma escova, há troca direta de microrganismos presentes na boca — incluindo bactérias, vírus e fungos.
Ou seja: você pode estar transferindo (ou recebendo) agentes infecciosos sem perceber.

Quais são os riscos de dividir escova de dente?
1. Transmissão de bactérias bucais
Cada pessoa possui uma microbiota bucal única. Ao compartilhar escovas, ocorre a troca dessas bactérias, o que pode causar:
- Cáries
- Doenças gengivais
- Infecções oportunistas
2. Contaminação por sangue
Durante a escovação, é comum ocorrer microlesões na gengiva, mesmo que imperceptíveis.
Isso pode facilitar a transmissão de doenças, especialmente se uma das pessoas tiver algum problema de saúde.
3. Risco de doenças sistêmicas
Na matéria do Metrópoles, a Dra. Ilana reforça que o risco não se limita à boca.
A troca de escovas pode contribuir para a transmissão de:
- Infecções virais
- Doenças bacterianas
- Condições que afetam o organismo como um todo
4. Atenção especial com crianças
Um erro comum é pais ou responsáveis utilizarem a mesma escova da criança — ou “limparem” a escova com a própria boca.
Esse hábito deve ser evitado.
A microbiota do adulto pode impactar diretamente o desenvolvimento da saúde bucal infantil.
“Mas e entre casais, pode?”
Essa é uma dúvida muito comum — especialmente após situações como a do Big Brother Brasil.
Mesmo entre casais, não é recomendado compartilhar escova de dentes.
Beijos já envolvem troca de bactérias, mas a escova potencializa esse risco por:
- Conter resíduos acumulados
- Estar em contato direto com gengiva e possíveis microferidas
- Ser um ambiente propício para proliferação de microrganismos
Como evitar riscos?
A recomendação é simples e direta:
✔️ Cada pessoa deve ter sua própria escova
✔️ Não compartilhar em nenhuma circunstância
✔️ Trocar a escova a cada 3 meses (ou antes, se necessário)
✔️ Manter a escova limpa e bem armazenada
O papel da odontologia na prevenção
Um dos pontos reforçados pela Dra. Ilana é que muitos hábitos considerados “normais” no dia a dia podem impactar diretamente a saúde bucal.
A orientação correta — aliada ao acompanhamento regular — evita problemas que poderiam ser facilmente prevenidos.
Quando procurar um dentista?
Se você já compartilhou escova de dentes ou apresenta sintomas como:
- Sangramento gengival
- Dor ao escovar
- Mau hálito persistente
- Sensibilidade
👉 O ideal é realizar uma avaliação.
Conclusão
Dividir escova de dentes pode parecer algo simples, mas é um hábito que deve ser evitado.
Como destacado pela Dra. Ilana em entrevista ao Metrópoles, esse comportamento aumenta o risco de transmissão de microrganismos e pode impactar a saúde bucal e geral.
👉 Cuidado começa nos detalhes do dia a dia.
Agende sua avaliação
Na IGM Odontologia para a Família, orientamos você e sua família para manter uma saúde bucal segura, preventiva e de alto padrão.


